Testamos a Kodak Charmera e agora queremos levar essa mini câmera para todo lugar
Testamos a Kodak Charmera e agora queremos levar essa mini câmera para todo lugar. Testamos a Kodak Charmera por duas semanas para descobrir como funciona, qual é a qualidade das fotos, bateria, filtros e se a mini câmera vale a pena.
O que aconteceu
Se você também é apaixonada por fotos com aquela carinha analógica e nostálgica, provavelmente já cruzou com a Kodak Charmera por aí.
A mini câmera digital da Kodak chama atenção pelo tamanho, afinal ela é pequena o suficiente para caber no bolso, e pela promessa de transformar registros do dia a dia em imagens com estética retrô.
Mas será que ela funciona bem na prática?
Por que importa
A pauta interessa a quem acompanha Moda porque altera expectativas e decisões práticas.
Consequência prática
Para descobrir, duas look stealers passaram duas semanas testando a Charmera em situações diferentes.
A Clara Moura, do time de Design, levou a câmera para eventos e momentos da rotina, enquanto a Chiara, do time de PR, registrou dias comuns no escritório e encontros com amigos.
E, sim, elas voltaram com muitas fotos para provar o resultado.
Afinal, o que achamos da Kodak Charmera Clara Moura, coordenadora de Design Eu já estava louca para testar uma mini câmera e amei a experiência com a Charmera.
Logo de cara, achei que ela é muito fácil de mexer: consigo fazer fotos e vídeos e navegar pelo menu sem grandes dificuldades.
As funções são bem intuitivas e, em pouco tempo, já estava usando a câmera sem precisar ficar pensando muito no que fazer.
Tanto para fotos quanto para vídeos, posso escolher entre sete filtros de cor predefinidos e quatro molduras diferentes.
Eu fiz a maior parte dos meus registros sem filtro, mas também testei algumas das opções disponíveis e achei que elas deixam o resultado ainda mais divertido.
Crédito: Fotos tiradas com luz natural (Clara Moura)Crédito: Fotos tiradas com luz natural (Clara Moura) Uma coisa que percebi durante o teste é que a iluminação faz bastante diferença.
A Charmera não tem flash, então, em ambientes com pouca luz, preciso manter a mão mais firme para estabilizar a câmera e conseguir uma imagem com um pouco mais de definição.
Durante o dia e em lugares bem iluminados, por outro lado, é mais fácil conseguir fotos boas.
Foto: Sarinha e Manu no jogo do Brasil (Clara Moura) A resolução também é baixa quando comparada à de um celular atual, mas, para mim, isso faz parte da proposta.
A Charmera tem justamente essa estética mais retrô e nostálgica, então não vejo a menor necessidade de esperar dela uma imagem supernítida.
Outro ponto que gostei muito é o tamanho.
Ela é feita de plástico, é superleve e vem com um chaveiro para eu poder prendê-la onde quiser.
Achei ótimo porque, sendo tão pequenininha, eu realmente tinha medo de perder.
Também cabe tranquilamente no bolso e não ocupa espaço na bolsa.
Crédito: Kodak Charmera (Clara Moura)Crédito: Kodak Charmera (Clara Moura)Crédito: Kodak Charmera (Clara Moura) O armazenamento é feito por cartão microSD e ela tem uma entrada USB-C para carregar e também conectar ao computador.